Viajante Solitaria

Mulheres que Viajam Sozinhas

Página 2 de 3

Havaí

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Havaí. Sonho realizado aos 40.

“Vou realizar essa viagem tão logo quanto possa”. Essa frase foi proferida por volta dos 7 anos de idade, quando assistia ao saudoso seriado de tv americana “Ilha da Fantasia”. O “tão logo quanto possa” só veio aos 40 anos. Foi o presente de aniversário que me dei nessa data tão simbólica. Entrando nos tais dos “enta”, viveria o sonho da infância. Seria nostálgico, especial, inesquecível!

Tinha alguns desejos muito específicos em relação ao Havaí. Coisas que eu tinha que ver e fazer quando fosse lá: tocar a areia e mergulhar no mar de uma ilha do pacífico; ver ondas gigantes; chegar perto da lava de um vulcão ativo; visitar o mais alto observatório astronômico do planeta. A viagem da minha vida estava para ser planejada. E era perfeita!

Foram meses pesquisando e estudando os locais a serem visitados. Foram meses sonhando e já viajando. Eu costumo dizer que não tem nada de clichê no que falam tantos viajantes que constroem seus próprios roteiros. Todos os viajantes são unânimes em dizer que já viajamos enquanto estamos planejando a viagem. E é a mais pura verdade! Minha viagem ao Havaí já acontecia enquanto eu a construía.

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Em Waikiki. Vista do Diamond Head ao fundo

Havaí: a escolha das Ilhas

O Havaí é o quinquagésimo estado americano. O arquipélago que possui 132 ilhas que se estendem por 2 450 km é o único estado americano já governado por uma monarquia. Inclusive o personagem principal da história do período monárquico no Hawaii é o polinésio Kamehameha. O rei aparece com bastante frequência em nomes dos estabelecimentos, hotéis, nas lembrancinhas que o visitante compra e nos turísticos luais havaianos. Aliás, os luais são uma interessante encenação que visa mesmo contar um pouquinho da história do estado.

De todo modo, apesar de rico em termos de história (quem nunca ouviu falar do ataque japonês à base de Pear Harbour na segunda guerra mundial?), o Havaí sempre me fascinou mesmo pela exuberante paisagem natural. E eu estava decidida em aproveitar ao máximo no meu roteiro qualquer atividade turística contemplativa e de imersão nos ambientes naturais das Ilhas.

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Azul esverdeado do mar de Kailua

A ideia inicial era visitar ao menos 3 ilhas mas percebi que não teria como arcar com os custos altos. Não é que seja uma viagem caríssima, mas definitivamente, ir para o Havaí daqui do Brasil ao menos, não é barato. Mais pra frente vou falar um pouco sobre valores.

Exclusivamente por conta dos valores, infelizmente não pude incluir a terceira Ilha, que seria Mauí. Então preparei a viagem para Oahu e Big Island (Ilha do Havaí).

Oahu

Oahu já era parada obrigatória por ser a porta de entrada para o Havaí. E a cidade de Honolulu está lá. É simplesmente linda, tem um povo super acolhedor e alto astral (achei os havaianos bem mais simpáticos e calorosos que os demais americanos de outros estados). Além da cidade ser obviamente rodeada pelo mar e verde, duas coisas que eu amo.

Honolulu é um lugar com algumas peculiaridades. Não é em qualquer lugar do mundo que dá para você fotografar o mar e a deslumbrante cidade no entorno de cima de um vulcão. De cima do Diamond Head (um vulcão inativo que jaz majestoso à beira da costa) é possível fazer belíssimas fotos de parte da cidade de Honolulu além da famosa e agitada praia de Waikiki.

Havai. Descobrindo a Ilha de Oahu

Vista a partir do Diamond Head

Maravilhoso ver ao vivo e a cores aquela areia que sempre quis tanto pisar, tocando o mar do pacífico.

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Tocando o pacífico

Waikiki, Hotel e redondezas.

E por falar em Waikiki…

Após muita pesquisa para estar certa sobre o custo benefício da hospedagem escolhida, selecionei o Hotel Luana Waikiki . O Hotel tem um excelente atendimento, inclusive de concierge (que usei para reservar meus passeios na Big Island); um simpático queijos e vinhos que acontece no mezanino segundas, quartas e sextas, além de ser bastante limpo e bem localizado.

Com uma vista incrível da praia de Waikiki, fica no coração do bairro, próximo a absolutamente tudo. Atravessando a rua em frente ao hotel tem o The Coffee Bean and Tea Leaf onde dá pra tomar aquele café da manhã rápido se optar por não tomar no hotel (pago à parte), além de uma ABC Store, que quem costuma viajar para os EUA já conhece bem. É aquele tipo de loja de conveniência que dá uma salvada na gente quando precisa comer alguma coisa rápida e em conta: sanduíches, aquelas saladinhas prontas e etc.

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Vista do Hotel Luana Waikiki.

No mais, ter uma loja de aluguel de carros praticamente do lado do hotel não é nada mal. Após atravessar a rua indo um pouco mais à esquerda já dá para alugar seu carro na Dollar Rent a Car. Mas aí vai uma dica importantíssima em relação a aluguel de carro no Hawaii.

Eu acreditando estar me preparando totalmente para qualquer imprevisto resolvi fazer a minha carteira de motorista internacional. Paguei mais um duda e fiz a famigerada. Saí pros EUA sem levar a CHN brasileira e pasmem. Não alugaram carro pra mim em Oahu pelo menos. Fui informada que o Hawaii é o único estado americano que não aceita a carteira de motorista internacional se você não tiver portando consigo a carteira de habilitação do seu país de origem. Mesmo eu tendo explicado que era impossível fazer uma carteira de habilitação interacional sem ter a nacional válida, ainda assim não me liberaram o aluguel do carro. Resultado: enrolou muuuuuuito a minha vida.

Visita à praias do leste da Ilha

Com um dia a menos em Oahu por conta de um cancelamento de voo no Brasil (Não viajo mais de Gol, conto a história aqui) e agora sem a possibilidade de alugar carro, perdi infelizmente um tempo valioso para visitar algumas das praias consideradas as mais bonitas do mundo.  De todo modo, não poderia mesmo deixar de desfrutar de pelo menos duas das que mais queria ver: Kailua e Lanikai

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Vista ao fundo da praia de Lanikai.

Lanikai e Kailua

Sem carro, o jeito foi pegar o ônibus para as praias. Não houve dificuldade para tomar o ônibus certo e descer próximo à Kailua. O ônibus passa na frente do hotel, te deixa em uma estradinha bem tranquila e é só percorrer uma pequena distância de uns 300 metros até Kailua. Chegando a praia a impressão é de total deslumbre. Que lugar! Areia branquinha e mar de um azul esverdeado que não encontro palavra pra descrever com justiça a beleza. É preciso estar lá para contemplar e se encantar definitivamente. A água tem uma temperatura muito agradável e estive lá em um dia incrível de sol. A praia é bem familiar mesmo. Vi muitas famílias reunidas aproveitando o dia que era um final de semana. Bastante tranquilo e seguro. Em dezembro, um mar absolutamente calmo.

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Kailua e seu mar esverdeado e límpido

Kailua

De indescritível beleza. Kailua

Seguindo na direção norte, a próxima praia é Lanikai. Esta praia já foi considerada uma das mais belas do planeta e eu estava determinada a conhecê-la. Fica à distancia de uma subida e alguns poucos metros da praia de Kailua.

Lanikai faz parte do condado de Kailua e é uma das regiões mais caras da ilha de Oahu. Caminhando pelo entorno alguns condomínios e casas de luxo podem ser vistos. É uma região tipicamente familiar, que a difere totalmente por exemplo, do North Shore dos surfistas. Se for um mochileiro, fique em Waikiki e passe o dia nas praias dessa região. É interessante lembrar sobre a dificuldade de se estacionar. As praias de Kailua apesar de públicas não são consideradas áreas de parque com toda infraestrutura para os visitantes, o que ocorre em outras praias da Ilha. Se quiser parar o carro, tem que ir cedo.

Lanikai

Lanikai

North Shore – Pipeline

E o que não dizer sobre o North Shore das ondas gigantes e dos campeonatos mundiais de surf? Uma pena que sairia um dia antes do Bilabong, snif! Mas pelo menos puder ver a rapaziada treinando em Pipeline.

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Assisitindo os surfistas se preparando. Pipeline um dia antes do Billabong

Muito ruim, mas muito ruim mesmo ir de ônibus. No dia do North Shore eu realmente me arrependi de não estar com a carteira de habilitação brasileira. mais de 40 minutos esperando o transporte para o Northe Shore e depois mais duas horas para chegar lá. Deu tempo somente de conhecer Pipeline no dia, até porque era um dia antes do Bilabong e eu não perderia por nada dar uma mirada nos maiores surfistas do mundo ensaiando suas apresentações nos tubos mais incríveis e perfeitos do Hawaii. Curti a praia, e ainda comi um pastel brasileiríssimo no food truck da movimentadíssima Kamehameha Hwy. E por falar em movimento. A volta foi um suplício. E eu voltei cedo, ok? Demora de novo para o ônibus de retorno à Honolulu, muito transito mesmo na chegada. Gente! Numa boa! É pra não dar mole com carteira de motorista. Ressalto. Tem que ser de carro. Perde-se muito tempo com transporte público, infelizmente.

Havaí. Descobrindo a Ilha de Oahu

Próxima parada: Big Island

A outra ilha que não teria como ficar de fora era a Big Island por conta dos observatórios astronômicos no topo do Mauna Kea e do vulcão ativo Kilauea. Queria fazer absolutamente tudo que fosse relacionado à lava e vulcão. Não deu pra fazer. E por isso terei que voltar (que chato)! Mas já deu pra fazer muita coisa: o voo de helicóptero aberto sobre o Kilauea por exemplo, foi uma experiência única. Mas calma. Tem post só para esta experiência.

Havaí

Do topo do mundo. Observatórios astronômicos no Mauna Kea, Ilha do Havaí.

 

 

Havaí

Havaí: Do mar às estrelas. Conhecendo o Mauna Kea

Saudoso Havaí. Lugar para voltar 1 milhão de vezes.

Gostaria que vocês observem essa imagem. Não te parece a superfície de Marte? Bom. Ao menos pelas fotos que já vi de Marte… Mas gente, eu estava de fato em um passeio rumo a realização de um sonho: Conhecer a Montanha do Mauna Kea.

Sempre gostei muito de astronomia, então alí eu estaria em casa.

Havaí - Mauna Kea Summit

Havaí. Ponto alto.

O Mauna Kea é a montanha de um vulcão extinto, na Ilha Havaí (Big Island. Hawaii). É o ponto mais alto de todo o arquipélago do Havaí. E se a gente levar em consideração a medição desde a base até o pico, fica mais alto que o Evereste. Ele tem quase 6000 metros submersos, ou seja, abaixo da superfície, e 4267 metros acima.

O Mauna Kea é o único lugar do mundo onde você sai do nível do mar e chega, no topo, em somente duas horas. A altitude lá em cima é de 14000 pés (ou seja, 4267 metros). Então há uma forte recomendação quanto à necessidade de parar no centro de visitantes (que está a aproximadamente 9400 Pés se não me engano) para adequação à baixa pressão atmosférica, que é normal em altitudes elevadas. E eu asseguro a vocês, gente. 40% a menos de oxigênio dá um baita impacto no organismo da gente.

Tinha muito vento por lá, mas ainda assim vocês conseguem ouvir um pouquinho eu falando e dá pra perceber claramente como estou ofegante. É que fica muito difícil a respirar a essa altitude, então a sensação de esgotamento é enorme.

Mas olha, vale cada minuto!

O céu mais incrível que já vi está no Havaí.

O por do sol é um dos mais incríveis que já vi na vida. A essa altitude o céu fica espetacular. É mais seco e consequentemente mais límpido. Isso deixa a visibilidade absolutamente perfeita para a observação astronômica. Não é à toa que os maiores observatórios de astronomia estão lá, No Havaí. Mais precisamente, no Mauna Kea.

Havaí. Mauna Kea Centro de Visitantes

Na descida a gente para de novo no centro de visitantes. É hora de fazer uma observação nos telescópios e ter uma pequena aula de identificação do céu. E eu vou dizer pra vocês. Nunca na vida vi um céu como aquele. Um manto de estrelas, gente! Eu não sei se um dia vou conseguir explicar a sensação de estar alí. Não pude fotografar porque não estava com câmera adequada e nem com tempo para as técnicas necessárias para fazer esse tipo de foto. Aí não teve jeito. Saí de lá com a promessa que voltaria.

DSCN3075

Se quiser saber mais sobre o Hawaii veja os outros posts que preparei sobre este lugar incrível.

Ainda na Big Island fiz um passeio inesquecível de Helicóptero aberto sobre o vulcão Kilauea. Isso mesmo. Helicóptero aberto. Leia mais no post Voo de Helicópeto Sobre o Vulcão Kilauea no Havaí.

Quer conhecer o Havaí? Que tal participar de uma expedição para este lugar maravilhoso.

Se você quiser saber mais sobre as expedições para o Havaí, clique aqui.

 

O belíssimo patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro representado nas Igrejas barrocas do período colonial e no império

Visite o Centro histórico do Rio de Janeiro

Visite o Centro Histórico do Rio de Janeiro: História e Cultura

Quando estiver no Rio de Janeiro não deixe de visitar o centro histórico da Cidade Maravilhosa. Em uma manhã apenas é possível conhecer as belas Igrejas barrocas do período do primeiro reinado além de monumentos, Paço Imperial e a Praça XV

A exuberante Igreja do Carmo, Antiga Sé, é uma expressão da arte barroca e rococó do séc. XVIII. Imperdível.

Visite o Centro Histórico do Rio de Janeiro

Antiga Sé. Igreja Ns do Carmo. Representando com grandeza o barroco colonial e o rococó

Na mesma região, atravessando a rua, a Igreja Santa Cruz dos Militares, ainda na Rua 1° de Março.

Visite o Centro Histórico do Rio de Janeiro

Órgão da Igreja de Santa Cruz dos Militares.

Paço Imperial, este último na praça XV.  História, arte e fotografia em um roteiro para se encantar

Paço Imperial

Paço Imperial.

 

Bahia de Guanabara ao fundo

Competição de Vela Rio 2016

A Competição de Vela Rio 2016 em um dia emocionante.

Bahia de Guanabara

Na bahia oceânica da Guanabara, um dos cenários mais belos da cidade do Rio de Janeiro, junto ao Parque do Flamengo, Martine Grael e Kahena Kunze presenteiam os brasileiros com o ouro olímpico na categoria 49 er FX, uma das mais técnicas e velozes da competição de vela.

Competição de Vela Rio 2016

Final Ouro Olimpico vela feminino

O tempo fechou um pouco antes da chegada das meninas. Nem por isso é o cenário estava menos encantador e o local menos agradável. A areia da praia do flamengo, mesmo fora do perímetro fechado, estava lotada de gente feliz. Que energia maravilhosa. Obrigada Martine e Kahena.

Competição de vela Rio 2016

Final Ouro Olimpico vela feminino

Competição de Vela Rio 2016

Uma das localizações mais espetaculares da Cidade Maravilhosa

 

Voo de Helicóptero Sobre o Vulcão Kilauea no Havaí

Voo de Helicóptero Sobre o Vulcão Kilauea no Havaí

O voo de helicóptero sobre o Vulcão Kilauea no Havaí, mais precisamente na Big Island (ou Ilha do Havaí) foi uma das maiores emoções de minha vida.

Voo de Helicóptero Sobre o Vulcão Kilauea no Havaí

Foto tirada do Helicóptero sobrevoando o vulcão Kilauea.

Onde Comprar o Passeio

Comprei o passeio pela “bagatela” de $ 280 dolares. Sim, é caro. Mas às vezes não há como fugir de pagar um pouco mais para ter algumas memórias inesquecíveis. Fazer um voo de helicóptero sobre o vulcão Kilauea no Havaí, já era um sonho antigo. Voar em helicóptero aberto então foi uma sensação indescritível. Apesar do frio lá de cima, a impressão que você tem é que vai sentir o calor do vulcão de tão perto que está. E quando o Helicóptero faz a curva, parece mesmo que vamos cair sobre o vulcão.

Cratera do Vulcão Kilauea

Cratera do Vulcão Kilauea

Comprei o passeio com a Paradise Helicopters em Hilo. Na verdade não fiz nenhuma pesquisa de preços para este passeio. Comprei ainda em Honolulu, com o concierge do hotel que me hospedei.  Creio que não haja dificuldade em reservar diretamente com a empresa. Deve inclusive sair mais barato. Há também uma outra empresa – fica uma do lado desta – que faz o voo tanto no helicóptero aberto quanto no fechado. É a Safari Helicopters. Como fechei tudo no hotel, nem cheguei a ver o preço do passeio nesta outra empresa. Mas indico a vocês que verifiquem o preço nas duas. Elas estão na área de desembarque do Aeroporto de Hilo. É possível contratar lá na hora mesmo.

Voo de Helicóptero Sobre o Vulcão Kilauea no Havaí

Helicóptero aberto no qual fiz o voo sobre o Kilauea.

Helicóptero Aberto

Escolhi o helicóptero aberto em razão de estar buscando um pouquinho mais de aventura mesmo. É muito emocionante sobrevoar o vulcão e sentir o calor dos gazes, o vento batendo na cara… Dá até um medinho saudável. Uma aventura para nunca mais esquecer!

Voo de Helicóptero Sobre o Vulcão Kilauea no Havaí

Foto após o passeio.

Se optar pelo helicóptero aberto tenha em mente que precisa estar bem agasalhada por que é realmente frio lá em cima. Não é permitido subir com bolsa então o ideal é ter uma capa daquelas de plástico para o celular ficar pendurado ao pescoço (eles vendem lá por $15 dólares. Caríssimo). Além é claro, não esquecer de levar sua câmera fotográfica.

Nada pode ficar solto na mão pelo risco de cair. E cairia mesmo! Mesmo com tudo pendurado no pescoço, a primeira reação que temos quando o helicóptero faz a curva é de nos segurarmos no que vemos pela frente. É claro que estamos completamente presas pelo sinto de segurança. Mas não adianta. É instintivo! Imagine se estivesse segurando alguma coisa nessa hora? Bye bye câmera.

Fiz um vídeo simples só para vocês terem uma ideia do que vi por lá.

Dá uma olhada aqui.

Se quiser saber mais sobre o Hawaii veja os outros posts que preparei sobre este lugar incrível.

Ainda na Big Island fiz um passeio inesquecível no Mauna Kea, outro vulcão do Hawaii. Só que este inativo. Leia mais no post Havaí. Do mar às Estrela.

 

 

Página 2 de 3

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén